Sociedade | 06-10-2022 15:00

Atropelado por condutor que fugiu ficou com mazelas para a vida

Ricardo Rosa ficou stress póstraumático devido ao acidente que sofreu em 2015

Ricardo Rosa sofreu um atropelamento grave há sete anos que lhe deixou sequelas. Há quase dois anos, entrou para o quadro da Câmara de Santarém, mas a vida laboral não tem corrido pelo melhor nos últimos meses.

A vida de Ricardo Rosa, 31 anos, ficou virada do avesso em Outubro de 2015 quando foi atropelado numa passadeira, em Lisboa, por um automóvel que circulava a alta velocidade. O condutor fugiu e nunca foi identificado nem responsabilizado pelos danos causados. O jovem de Vale de Figueira, Santarém, foi projectado vários metros e sofreu um traumatismo craniano que o deixou entre a vida e a morte. 

Foi operado com sucesso ao crânio e passou por vários internamentos, tendo ficado com sequelas psicológicas que o obrigam a tomar diariamente medicação para lidar com o stress pós-traumático e a meter baixas médicas com alguma regularidade. 

Na altura do atropelamento, Ricardo Rosa estudava na Escola Superior Agrária de Santarém e trabalhava numa superfície comercial em Santarém. O curso acabou por ficar pelo caminho e a partir daí o jovem dedicou-se exclusivamente ao trabalho, tendo sido colaborador de loja em Santarém e empregado de mesa em Braga, até entrar para o quadro da Câmara de Santarém, em finais de 2020, como assistente operacional.  

*Reportagem desenvolvida na edição semanal em papel desta quinta-feira, 6 de Outubro

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