Sociedade | 06-10-2022 12:00

Depois do fogo empresas do Sobralinho tentam reerguer-se 

Família Maurício gere a Megaclean e continuou a laborar num outro armazém que encontrou na Póvoa de Santa Iria. Mário Teles, encarregado da Tecnerga, perdeu no armazém da empresa todo o recheio da sua casa que lá estava guardado enquanto fazia mudanças

Um mês depois de cinco armazéns terem sido totalmente consumidos pelo fogo a maioria dos negócios conseguiu manter-se de pé e mudar-se para instalações temporárias.

O espírito resiliente dos empresários e trabalhadores é posto à prova quando a adversidade bate à porta e foi isso mesmo que os donos e empregados dos negócios afectados pelo incêndio de Agosto na zona industrial do Sobralinho demonstraram após o desastre. Um mês depois de terem perdido milhares de euros de material e as conquistas de uma vida, os empresários não baixaram os braços, não despediram trabalhadores e a muito custo continuam a manter as portas abertas aos clientes e fornecedores.  

A Tecnerga, empresa que trabalha com material eléctrico e de alta tensão, instalou-se temporariamente num outro armazém à beira da EN10, em Alverca.   

A empresa Megaclean teve dificuldade em encontrar um armazém alternativodevido aos preços elevados que se pedem no concelho de Vila Franca de Xira.  

Apesar de ter mantido o negócio em funcionamento o sócio-gerente da STPA – Sociedade de Distribuição de Produtos e Alimentação Animal, que também viu o seu armazém ser destruído, perdeu 200 mil euros de material e confessa a O MIRANTE que o futuro é negro. to é uma saída possível. Estou a fazer tudo para que isso não aconteça mas estou a sentir imensas dificuldades”, lamenta. 

*Reportagem desenvolvida na edição semanal em papel desta quinta-feira, 6 de Outubro

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