Sociedade | 05-12-2022

A voluntária mais nova dos Amigos de Samora que nasceu no Dia do Voluntariado

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A voluntária mais nova dos Amigos de Samora que nasceu no Dia do Voluntariado

O Dia Internacional do Voluntariado assinala-se esta segunda-feira, 5 de Dezembro.

Maria Simãozinho nasceu há oito anos no dia 5 de Dezembro, data em que se assinala o Dia Internacional do Voluntariado e é hoje a mais nova voluntária da Associação Social Amigos de Samora Correia (ASASC), que apoia cerca de três centenas de pessoas na comunidade com alimentos e outros bens essenciais.

A Mariazinha, como é conhecida na instituição, acompanha os pais Sandra e José Simãozinho, associados e voluntários da instituição sem fins lucrativos, fundada a 16 de Março de 2015 “com o objectivo de ser uma voz activa na comunidade promovendo os seus valores e o bem-estar de quem vive e trabalha em Samora Correia”.

Segundo a associação, Maria Simãozinho está sempre disponível para ajudar a recolher alimentos nos supermercados, para participar e, peditórios porta a porta, ou para a logística no espaço social da instituição. A pequena voluntária acompanha também os pais e restantes voluntários na preparação dos cabazes e nas entregas a dezenas de famílias, participa na escolha das roupas, dos brinquedos e dos livros para crianças socialmente desfavorecidas.

A associação descreve a Mariazinha como uma criança feliz por fazer as outras pessoas felizes e diz que é uma fonte de inspiração, salientando que são precisas mais Mariazinhas, de todas as idades, num tempo conturbado pela guerra e que fez disparar os pedidos de ajuda.

Sobre o dia, a Confederação Portuguesa do Voluntariado (CPV) realça que sem voluntariado Portugal seria um país “mais individualista, menos humano e mais despersonalizado”. A confederação vem pedir a rápida revisão da Lei de Bases do Voluntariado, criada há mais de duas décadas, como uma “oportunidade” para o poder político reconhecer o papel e a importância dos voluntários. “O poder político ainda não colocou na agenda de cada um dos seus partidos o voluntariado como factor importante para o progresso humano e integral do país”, refere a entidade

“A CPV reconhece o esforço que continua a ser feito por muitas instituições, algumas mesmo sem estatuto jurídico de IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social), de muitas autarquias e, nos últimos anos, da grande maioria dos estabelecimentos de ensino superior e de outros níveis de ensino, que se vão posicionando para possibilitar aos alunos práticas de voluntariado”, enfatiza.

Segundo a confederação, sem o voluntariado Portugal seria um país “mais individualista, menos humano e mais despersonalizado”, servindo a palavra solidariedade, “como outras, [apenas] para adjectivar discursos”.

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