Sociedade | 09-01-2023 18:00

Continua a luta por ciclovia e caminho pedonal na variante de Vialonga

Continua a luta por ciclovia e caminho pedonal na variante de Vialonga
Caminhar na variante de Vialonga continua a ser um risco diário para os moradores

Estrada em Vialonga é usada diariamente por bastantes moradores que ali praticam desporto mas é perigosa e já houve registo de acidentes com mortos nos últimos dois anos.

A Estrada Municipal 501-1, mais conhecida por variante de Vialonga, precisa com urgência de uma ciclovia e caminho pedonal que aumente a segurança de quem ali pratica desporto diariamente e dos condutores. A convicção é dos autarcas da CDU que vão apresentar na primeira reunião de 2023 da Câmara de Vila Franca de Xira uma proposta para que o município avance com os trabalhos e reconheça a necessidade de um caminho pedonal na variante, enquanto futuro equipamento desportivo e de lazer estruturante para a freguesia. Um projecto que poderia aliar a pratica desportiva de caminhada, corrida e bicicleta a um conjunto de espaços verdes e de lazer já existentes nas proximidades, alegam os comunistas.
O documento vai a votação e a CDU pede que o município, “num processo de participação activa da população”, programe a construção de troços pedonais e ciciáveis e avalie a necessidade de qualificar os espaços existentes, dotando-os de pavimentos adequados, melhor sinalização, mobiliário urbano e equipamentos lúdicos como parques infantis.

Excesso de velocidade é problema
O anterior executivo da Câmara de Vila Franca de Xira já havia defendido a necessidade de incrementar gradualmente a segurança naquela via devido aos vários acidentes que continuam a acontecer no local. O município, recorde-se, investiu em 2019 na colocação de novo asfalto e de rotundas em todos os cruzamentos daquela estrada, onde o trânsito era regulado por semáforos e onde já se registaram acidentes mortais. A ideia, à data, era analisar e ver como poderia ser melhorada a segurança pedonal naquela via.
A maioria dos acidentes continua a ser causada por condutores que ali circulam a alta velocidade e por não existirem bermas delineadas que separem correctamente as zonas onde se consegue andar a pé da via onde circulam os automóveis. Já houve registo de alguns atropelamentos como O MIRANTE tem noticiado.

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