Sociedade | 16-09-2023 10:16

“Somos muito gratos à pessoa que doou parte da sua medula óssea para salvar a vida da nossa filha”

“Somos muito gratos à pessoa que doou parte da sua medula óssea para salvar a vida da nossa filha”

Maria tem sete anos e não se recorda de, aos 16 meses de vida, ter sido diagnosticada com uma leucemia muito rara. O dador de medula óssea foi encontrado e salvou a vida da menina de Santarém faz a sua vida normal. Uma conversa para assinalar o Dia do Dador de Medula Óssea que se celebra este sábado, 16 de Setembro.

Cerca de seis anos depois do transplante de medula óssea para tratar uma leucemia Maria, de sete anos, é uma criança feliz, extrovertida e aventureira. A menina de Santarém nasceu a 18 de Dezembro de 2015 e aos 16 meses de idade foi diagnosticada com leucemia mielomonocítica juvenil, uma rara variante da leucemia. Na altura o país mobilizou-se em campanhas de inscrição para dador de medula óssea na esperança de ajuda a bebé. Em Maio de 2016 chegou a notícia que a família mais esperava. Tinha sido encontrado um dador de medula óssea compatível para Maria.

Seis anos depois os pais, Rita Mota e Miguel Rosa, vivem o dia-a-dia com serenidade sem pensar no futuro. A filha continua a ser acompanhada no Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa uma vez por anos só para análises de rotina. A última vez que lá foram, em Abril deste ano, estava tudo normal. Maria anda na escola e faz uma vida normal. O MIRANTE esteve com Maria em sua casa e percebeu que é uma menina extrovertida que adora andar de patins e ver desenhos animados.

Os pais já lhe contaram da doença que teve uma vez que Maria não tem qualquer memória e um dia, quando a filha for mais velha, vão escrever uma carta ao dador de medula óssea, a quem sempre chamaram de super herói. “Continuamos com a página da Maria no Facebook e todas as semanas continuamos a colocar os locais onde vão decorrer campanhas para registo de dadores de medula. Continuamos sensibilizados para esta causa. Temos pessoas que nos ajudar na altura em que a Maria precisou e que agora são os seus filhos que estão a passar por situações semelhantes. É muito importante estarmos inscritos como dadores de medula óssea porque pode salvar vidas. No caso da Maria salvou-lhe mesmo a vida. A Maria tinha muito pouco tempo para encontrar um dador, disseram-nos os médicos na altura”, recorda Rita Mota.


* Uma entrevista para ler completa na próxima edição semanal de O MIRANTE.

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