Sociedade | 24-12-2023 12:00

Cogestão da Reserva Natural do Estuário do Tejo recolheu contributos

Vila Franca de Xira preside à nova comissão de cogestão da Reserva Natural do Estuário do Tejo desde Dezembro do ano passado.

Vila Franca de Xira abriu aos munícipes a hipótese de darem contributos para criar um melhor modelo de cogestão da Reserva Natural do Estuário do Tejo (RNET), que vai agora permitir integrar algumas das sugestões no modelo a ser criado. O objectivo principal deste novo modelo de cogestão, alinhado com a visão nacional para as áreas protegidas, é estabelecer uma dinâmica de valorização partilhada e baseada na sustentabilidade, criando projectos e acções que preservem os valores naturais e atendam às necessidades da sociedade.
A Comissão de Cogestão da RNET é uma parceria entre a Câmara de Vila Franca de Xira e diversas partes interessadas comprometidas com a preservação ambiental. Os membros da comissão incluem o director regional da Conservação da Natureza e Florestas de Lisboa e Vale do Tejo, um representante da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade Nova de Lisboa, representantes de duas organizações não-governamentais de ambiente designadas pela Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente, um representante da Associação de Beneficiários da Lezíria Grande de Vila Franca de Xira e um representante da Companhia das Lezírias.
A cogestão, recorde-se, tem como objectivo fortalecer a relação entre cidadãos, entidades e a Reserva Natural, promovendo o desenvolvimento sustentável nos domínios da promoção, sensibilização e comunicação dos valores naturais. Vila Franca de Xira preside à comissão de cogestão desde Dezembro do ano passado. No Verão de 2022, recorde-se, Vila Franca de Xira, Benavente e Alcochete solicitaram formalmente ao Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas a adesão ao modelo de cogestão para esta área protegida.
A RNET abrange uma área de 14.416 hectares, que inclui uma extensa superfície de águas estuarinas, mouchões, sapais, salinas e terrenos aluvionares agrícolas (lezírias), constituindo a maior zona húmida do país e uma das mais importantes da Europa.

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