Sociedade | 30-01-2024 10:25

Ana Infante deixa conselho de administração do Hospital de Santarém

Ana Infante deixa conselho de administração do Hospital de Santarém
Ana Infante

Ao fim de quase seis anos enquanto presidente do conselho de administração do Hospital Distrital de Santarém, Ana Infante terminou a sua missão. A administradora hospitalar fez um balanço positivo de um trabalho de equipa que teve muitas dificuldades, mas cujos resultados foram significativos e gratificantes, afirmou.

Ana Infante, que assumiu a administração do Hospital Distrital de Santarém (HDS) em Agosto de 2018, deixou o cargo. A administradora hospitalar deixou uma mensagem onde fez um balanço positivo do trabalho realizado nos últimos seis anos e agradeceu a todos os colaboradores do HDS que, “muitas vezes em condições de grande adversidade e dificuldade, tudo fizeram para dar mais e melhores cuidados de saúde”.

Recorde-se que Ana Infante já tinha sido administradora hospitalar em Lisboa e chegou a Santarém com a intenção de mudar o rumo do maior hospital do distrito, que estava com uma imagem degradada e com vários problemas, a começar por um orçamento deficitário em 20 milhões.

Na hora da partida, a responsável começou por mencionar a conclusão das obras do Bloco Operatório Central e de Partos como um dos maiores desafios enfrentados. “Os desafios continuaram e respondemos de forma efectiva à pandemia, utilizando todos os recursos humanos, financeiros e estruturais disponíveis (…). A nível organizativo é de salientar a criação do Gabinete de Comunicação e Imagem, o Gabinete de Formação e o Gabinete de Investigação Clínica. Reforçou-se a organização, a celeridade e o rigor na gestão dos processos administrativos”, sublinhou, acrescentando que foi cumprida a estratégia de criar diferenciação clínica, melhorar as condições técnicas de trabalho, garantir um melhor acesso e maior conforto para os utentes, entre outros factores. “O número de consultas anual aumentou na ordem das 50 mil, realizando-se agora cerca de 194 mil (…). Reduziram-se as listas de esperas cirúrgicas, com excepção da Ortopedia. Implementou-se a Hospitalização Domiciliária (…). Na área da saúde mental, destaque para a criação da Equipa Comunitária de Saúde Mental (…)”, vincou.

Ana Infante salientou ainda os cerca de 25 milhões de euros investidos em infraestruturas, num hospital com quase 40 anos de existência, em equipamentos médicos, tecnologias da informação e informática, entre outros. “Temos a noção de termos dado o nosso melhor, de termos cá estado, todos os dias, com sentido de missão e com o recurso a todas as nossas capacidades”, afirmou.

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