Sociedade | 02-03-2024 18:00

Estudo acentua necessidade de soluções para o tráfego intenso em Benavente e Samora Correia

Problemas de circulação rodoviária entre Samora Correia e Benavente motivaram estudo de tráfego. Câmara de Benavente quer soluções para a Estrada Nacional 118 e Estrada Nacional 10, onde habitualmente o tráfego é intenso.

O trânsito intenso entre Samora Correia e Benavente leva a que um percurso que podia ser feito em minutos demore muito mais do que o que devia. Quem necessita de circular na Estrada Nacional 118 e Estrada Nacional 10 depara-se com viaturas pesadas e constante pára-arranca na travessia dos núcleos urbanos. Tendo em conta o problema, a Câmara de Benavente solicitou um estudo de tráfego a uma empresa credenciada. As conclusões já foram apresentadas e sublinham as perturbações que ocorrem principalmente nos movimentos de carácter mais local, prejudicando o dia-a-dia dos residentes e atractividade das áreas, nomeadamente às acessibilidades a zonas de comércio e serviços.
“As velocidades praticadas são elevadas pondo em causa a segurança dos utilizadores e dos peões e aumentando-se a emissão de ruído; A circulação pedonal ao longo da EN10 e da EN118, nomeadamente no que respeita às travessias, não é realizada nas melhores condições de segurança; as localidades atravessadas são fortemente penalizadas, quer pela emissão de gases com efeito de estufa, quer pelo ruído proveniente da circulação e dos motores a combustão, especialmente o provocado pelos veículos pesados.”, pode ler-se no estudo.
O presidente do município, Carlos Coutinho, recordou que estava previsto no anterior Plano Rodoviário Nacional a construção dos itinerários complementares, que seriam desenvolvidos numa relação de paralelismo com a Estrada Nacional 118 e teriam a função de retirar o tráfego de passagem das localidades de Samora Correia e Benavente. “No decurso da acção da câmara junto da Infraestruturas de Portugal e do ministro do Planeamento e das Infraestruturas, sempre referiu que é absolutamente necessário haver medidas e não havendo dinheiro para fazer as obras, deveriam libertar as portagens nas auto-estradas, opção que ajudaria a escoar muito do trânsito. Contudo, parece que não é isso que está nos horizontes dos governantes”, lamentou o autarca da CDU. A autarquia vai apresentar o estudo de tráfego à IP e ao Governo, bem como introduzi-lo nas questões que estão relacionadas com o novo aeroporto.

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