Sociedade | 08-03-2024 12:00

A dura realidade do autismo

A dura realidade do autismo
Marisa e João Ribeiro com um dos filhos gémeos, Afonso, que é quem tem uma forma mais grave de autismo. Casal do Cartaxo criou associação de apoio a pessoas com espectro do autismo

O MIRANTE conversou com casal com filhos gémeos, ambos com autismo, que criou uma associação no Cartaxo.

O MIRANTE conversou com um casal que tem filhos gémeos, ambos com autismo, e criou uma associação no Cartaxo para apoiar famílias que se deparam com essa realidade. Marisa e João Ribeiro consideram que faltam apoios do Estado para terapias e para apoio psicológico aos cuidadores. E confessam que foi difícil aceitar o diagnóstico.

Marisa e João Ribeiro não poderiam ter ficado mais felizes quando receberam a notícia de que iriam ser pais. Ficaram assustados quando souberam que seriam gémeos mas depressa recuperaram e a gravidez, que decorreu sem sobressaltos, foi vivida em felicidade. Afonso e Diogo nasceram em Setembro de 2003 e só depois de celebrarem o segundo aniversário é que os pais começaram a questionar-se se estaria tudo bem com os filhos. Sobretudo com Afonso, que é quem tem uma forma de autismo mais grave. “Preocupava-nos o facto de aos dois anos ainda não falarem. O Diogo dizia algumas palavras mas o Afonso não falava nada. Desconfiámos que se passava alguma coisa mas nunca nos passou pela cabeça que fosse autismo. Há 20 anos não se falava tanto em autismo como hoje”, explica Marisa Ribeiro, de 46 anos.

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