Sociedade | 06-05-2024 12:00

Erva e mato motivam queixas na Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa

Erva e mato motivam queixas na Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa
Oposição fez eco das queixas dos fregueses e lamentou a falta de manutenção dos espaços verdes na Póvoa e Forte da Casa

Moradores reclamam porque o capim cresce nos espaços verdes da Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa e ninguém o corta. Oposição na assembleia de freguesia alerta para o problema mas as respostas são escassas.

Têm aumentado de tom as críticas à falta de limpeza, corte e manutenção de espaços verdes na Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa. Os fregueses reclamam diariamente nas redes sociais e expõem fotografias dos espaços que não são cuidados. Queixas que também são reportadas a O MIRANTE, conforme temos dado notícia.
O assunto não passou em branco na última assembleia de freguesia com o Bloco de Esquerda a alertar para a falta de manutenção dos espaços verdes e a CDU para a necessidade de serem cortadas as ervas e sebes no Bairro da Chepsi, Bolonha e Caniços, na Póvoa de Santa Iria.
António Inácio, da bancada da AIPMF, disse não perceber como é que uma cidade às portas de Lisboa tem tantos problemas de higiene e limpeza urbana. “No Bairro da Soda o mato que cresce não tarda ultrapassa as oliveiras. Na Ribeira da Covina cortaram uma parte da relva mas deixaram lá outra, na estrada dos Caniços cresce o matagal até à freguesia de Vialonga e à volta do Povoense também têm de alertar para a manutenção”, afirmou.
Francisco Fonseca, eleito do Chega, questionou o porquê de no ano passado os contratos de deservagem terem uma dotação de seis mil e 300 euros e este ano de 30 mil euros, sendo que “a situação não está melhor”.
Parca em palavras, a presidente da União de Freguesias da Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa, Ana Cristina Pereira, explicou que este ano foi feita uma consulta prévia ao mercado e foram atribuídas zonas de deservagem à empresa escolhida. O contrato de 30 mil euros é respeitante aos meses de Março a Dezembro de 2024. “Cumprimos em pleno o nosso trabalho mas este ano choveu muito e as ervas cresceram. O facto de não usarmos herbicidas dificulta o controle e a salmoura não é tão eficaz”, justificou a autarca.

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