Sociedade | 19-05-2024 18:00

Freguesias de Abrantes vão ajudar a combater fogos rurais

Freguesias de Abrantes vão ajudar a combater fogos rurais
Quase todas as juntas de freguesia do concelho de Abrantes vão ter equipamentos especiais para combater fogos rurais

Em cerca de cinco anos, o município já investiu perto de um milhão de euros nos kits para as juntas de freguesia poderem prestar uma resposta mais rápida e eficaz no ataque aos incêndios.

Onze das treze juntas de freguesia do concelho de Abrantes vão integrar o dispositivo municipal de combate a incêndios rurais, colocando no terreno viaturas equipadas com ‘kits’ de primeira intervenção e rádios de comunicação, anunciou o município. O presidente da Câmara de Abrantes disse à Lusa que as carrinhas ligeiras integram o Dispositivo Especial Contra Incêndios Rurais (DECIR), no âmbito municipal, para responder de forma mais rápida e eficaz no ataque aos incêndios, na sua fase inicial, até que cheguem os reforços ao local do fogo, sendo uma mais-valia pela sua proximidade e rapidez. “Num território tão extenso precisamos de ter dispositivos em vários pontos do concelho para que, num processo de ignição de um incêndio, possamos ter condições de ataque rápido, na salvaguarda de pessoas e bens”, afirmou Manuel Jorge Valamatos.
A Câmara de Abrantes reforçou o investimento nos ‘kits’ de primeira intervenção contra incêndios, num total de 180 mil euros, mais 15 mil euros do que em 2023, ano que contou com 10 freguesias envolvidas, passando agora a integrar também o dispositivo a União de Freguesias de Alvega e Concavada. O município já investiu, desde 2019, cerca de um milhão de euros nos ‘kits’ para as juntas de freguesia poderem prestar uma resposta mais rápida e eficaz no ataque aos incêndios, na sua fase inicial. “Nenhum incêndio nasce grande, temos uma área territorial de 714 quilómetros quadrados, temos protocolos com quase todas as juntas de freguesia, além de associações de caçadores, e importa ter estes meios espalhados pelo terreno para detectar e atacar de imediato uma ignição na sua fase inicial”, destacou o autarca, acrescentando que os ‘kits’ de primeira intervenção “funcionam também como instrumentos de vigilância, desempenhando um papel dissuasor e informativo, junto da população”.
Fora da equação estão a União de Freguesias de São Miguel do Rio Torto e Rossio ao Sul do Tejo e a Junta de Freguesia de Martinchel, localidades que “não deixam de estar protegidas, já que todos os restantes meios no âmbito da protecção civil são alocados em caso de necessidade”, frisou Manuel Valamatos.

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