Sociedade | 08-06-2024 15:00

Problemas na ponte da Chamusca podem ser resolvidos com novo Governo

Problemas na ponte da Chamusca podem ser resolvidos com novo Governo
Mário Raposo do Movimento de Utentes dos Serviços Públicos diz que o primeiroministro( na foto) reconhece necessidade de nova ponte entre a Chamusca e Golegã

O actual primeiro-ministro reconhece a necessidade de uma nova travessia para resolver problemas de tráfego na ponte da Chamusca. Movimento de Utentes dos Serviços Públicos defende que a construção de uma nova ponte da Chamusca é essencial para o desenvolvimento da região.

O Movimento de Utentes dos Serviços Públicos (MUSP) defende que a construção de uma nova ponte da Chamusca é essencial para o desenvolvimento da região e para acabar com o “estrangulamento rodoviário que existe actualmente”. Em declarações à Lusa, o porta-voz do movimento, Mário Raposo, disse que a actual ponte está desactualizada para o volume de tráfego que tem e não permite o cruzamento simultâneo de veículos, resultando “em filas e em atrasos muito significativos”. Mário Raposo refere ainda que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, reconheceu a necessidade da nova ponte, mas lembra que, até ao momento, “ainda não há acções concretas para a construção” desta infraestrutura. Recorde-se que Montenegro esteve em 2023 numa visita à ponte de pouco mais de 15 minutos. O actual primeiro-ministro reconheceu a necessidade da resolução do problema, afirmando que o seu partido tem feito uma guerra intensa na Assembleia da República para introduzir a construção de uma nova ponte entre a Chamusca e Golegã nos vários orçamentos de Estado.
Segundo Mário Raposo, a infraestrutura não oferece uma resposta eficaz às necessidades de mobilidade das populações e às actividades económicas dos concelhos limítrofes. “É uma zona com muito trânsito. Estes concelhos são atravessados diariamente por centenas de veículos pesados, sobretudo de mercadorias, para além de automóveis ligeiros que atravessam estas localidades todos os dias (…) a ponte não tem capacidade para suportar todo este movimento, o que acaba por provocar um estrangulamento rodoviário”, disse Mário Raposo.
Foi com base nestas reivindicações que o Movimento de Utentes dos Serviços Públicos (MUSP) do distrito de Santarém, entregou, no dia 15 de Maio, na Assembleia da República, uma petição subscrita por mais de quatro mil pessoas, a pedir a construção de uma nova ponte sobre o rio Tejo, na Chamusca, e a conclusão do IC3, que faça a ligação da A13, em Almeirim, à A23 e A13, em Vila Nova da Barquinha. “Esta ponte é essencial para o concelho da Chamusca e para os concelhos vizinhos. A ponte actual foi muito importante para o desenvolvimento regional, porque permitiu fazer uma ligação mais célere entre as duas margens do Tejo, mas hoje é uma ponte que, pelas suas características, está completamente desactualizada. Foram registados, nalguns dias, mais de 700 pesados a atravessar a ponte. E alguns desses pesados transportam mercadorias perigosas”, afirmou.

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