Sociedade | 15-06-2024 21:00

Luís Montenegro em Mação destacou coragem e resiliência na luta contra os incêndios

Luís Montenegro em Mação destacou coragem e resiliência na luta contra os incêndios
Luís Montenegro esteve em Mação para presidir ao Conselho de Coordenação da Agência para Gestão Integrada de Fogos Rurais

Luís Montenegro presidiu à reunião do Conselho de Coordenação da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF), e à cerimónia oficial de lançamento nacional dos trabalhos das Operações Integradas de Gestão da Paisagem (OIGP), na freguesia de Ortiga, a primeira OIGP funcional a nível nacional.

O primeiro-ministro Luís Montenegro esteve em Mação no dia 4 de Junho para presidir à reunião do Conselho de Coordenação da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF) e ao lançamento nacional dos trabalhos das Operações Integradas de Gestão da Paisagem (OIGP). A cerimónia de lançamento dos trabalhos decorreu na freguesia de Ortiga, que é a primeira OIGP a entrar em funcionamento no país. Mação conta com um total de nove OIGP em curso.
Luís Montenegro deixou elogios à resiliência do povo de Mação e afirma que a escolha do concelho para a reunião foi motivada por uma vontade de prestar homenagem ao esforço que tem sido realizado no combate aos fogos rurais. O governante lembrou os incêndios de 2003 e 2017 que devastaram cerca de metade do território de Mação e afirmou que foi “preciso ter muita capacidade de resistência para ver completamente destruída a paisagem e o território e, ainda assim, acreditar, inovar e procurar soluções”. Luís Montenegro destacou os apoios do Fundo Ambiental e do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), mas alertou que “o PRR tem 217 milhões de euros alocados a estes projectos de operações integradas na paisagem” e que “estão executados, ainda, zero” euros desse montante. Nesse sentido, o Governo anunciou que pretende “acelerar pagamentos, até 2025”, através da “agilização da execução de investimentos”.

Recordar 2003 e 2017 para fazer melhor

O presidente do município, Vasco Estrela, disse ser muito importante aprender com os erros dos incêndios de 2003 e 2017. “Não podemos fazer as coisas da mesma maneira e esperar resultados diferentes”, afirmou o autarca, salientando o longo caminho percorrido, mas que ainda há muito a fazer em matéria de combate a incêndios. O presidente da Aflomação, António Louro, que renunciou recentemente ao cargo de vice-presidente da câmara, apontou algumas dificuldades na gestão de territórios rurais e o abandono das pequenas aldeias por parte dos agricultores e produtores. António Louro acredita que os projectos apresentados são difíceis e desafiantes, mas é o único caminho que deve ser trilhado. “É muita responsabilidade, mas vamos dar o nosso melhor para honrar este compromisso. Vamos lutar para defender e rentabilizar o território e o património do concelho”, disse.

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