Sociedade | 30-06-2024 07:00

Festejemos a proximidade no Dia Mundial das Redes Sociais

Festejemos a proximidade no Dia Mundial das Redes Sociais
Foto: DR

O Dia Mundial das Redes Sociais celebra-se a 30 de Junho. No momento em que está a ler esta frase, muitos milhões de pessoas estão de telemóvel na mão a ver ou a publicar conteúdos numa qualquer rede social

Hoje é o Dia Mundial das Redes Sociais. No momento em que está a ler este texto, milhões de pessoas estão de telemóvel na mão a ver ou a publicar conteúdos numa qualquer rede social, do TikTok, ao Twitter, passando pelo Instagram ou Facebook, entre muitas outras.
As redes sociais são hoje uma poderosíssima ferramenta de comunicação – para o bem e para o mal – mas também de conhecimento, desinformação ou propaganda. Elas próprias determinam o que se vive e o que se escolhe.
Neste dia, em O MIRANTE, preferimos comemorar a proximidade que também possibilita entre pessoas que estão longe e, ao mesmo tempo, tão perto. Ou a proximidade entre amigos e namorados que, de outro modo, não se tinham conhecido.

Uma última nota para dar conta que O MIRANTE em termos de redes sociais é o jornal regional com mais tráfego, embora neste capítulo a muita distância dos líderes nacionais. O MIRANTE tem actualmente no facebook cerca de 140 mil seguidores e é visto semanalmente em todas as redes sociais por cerca de 400 mil leitores.

No site e nas redes sociais o trabalho mais visto de todos os tempos foi uma entrevista com Nuno Rocha com o título “Chamar doutores a pessoas que não tiraram um doutoramento é uma saloiice” e o vídeo mais visto de O MIRANTE é “A vida no campo é difícil mas alegre” com cerca de 1 milhão de visualizações.

À margem/opinião

Um mau exemplo que também é de proximidade e veio para ficar

Esta semana um texto com fotos de O MIRANTE foi censurado por uma rede social por ter várias denúncias dos denominados defensores dos animais. Um campino montado no seu cavalo é motivo de indignação para muitos leitores de O MIRANTE que assim fizeram com que o robot da rede social eliminasse a notícia. Não é caso único. E a defesa dos animais está a chegar a este ponto: montar um cavalo já é considerado uma agressão a um animal. Não vem mal ao mundo, que as mentalidades mudem e as tradições também acompanhem a evolução da sociedade. Mas censurar, e considerar uma agressão animal montar um cavalo, dá que pensar até onde é que podemos chegar na luta dos que defendem as tradições contra aqueles que querem acabar com elas. No final é mais que certo que todos vamos entender-nos como já aconteceu noutros tempos quando o mundo evoluiu para aquilo que é hoje. Até lá muitos "à margem" serão escritos de um lado e do outro da barricada, com palavras e outras vezes com simples denúncias, quem sabe algumas apenas por capricho de pessoas que detestam o mundo livre e democrático que vivemos, e está espelhado diariamente na comunicação social e nas redes sociais.

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