Sociedade | 04-02-2026

Tejo galgou as margens na zona ribeirinha da Póvoa de Santa Iria

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Tejo galgou as margens na zona ribeirinha da Póvoa de Santa Iria
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Tejo galgou as margens na zona ribeirinha da Póvoa de Santa Iria

A subida do rio Tejo inundou as instalações da ACAPSI, mas a associação tomou medidas preventivas. Na zona ribeirinha, junto ao cais, alguns sinais encontram-se derrubados pelo vento.

O rio Tejo galgou as margens na zona ribeirinha da Póvoa de Santa Iria. A Associação Cultural Avieiros da Póvoa de Santa Iria (ACAPSI), que tem as suas instalações e embarcações junto ao cais, precaveu-se e colocou os electrodomésticos e bens em zonas mais altas, para evitar estragos de maior monta. Ainda assim, devido à água que entrou nas instalações da associação, o café teve de encerrar. "Mesmo bloqueando as portas a água entrou cerca de 10 centímetros. Mas tirando madeiras e móveis, os prejuízos não foram significativos", disse a O MIRANTE o presidente da ACAPSI, Fernando Barrinho.
Tendo em conta os alertas da Protecção Civil, a associação mantém sacas junto às portas para evitar que a água entre. Se estiverem reunidas condições o café poderá abrir na quinta-feira. A preocupação é se o caudal do rio subir. "Estamos habituados a lidar com estas situações. Os pescadores conhecem as marés e sabem para que lado está o vento", explica.
Na zona ribeirinha, o vento derrubou alguns sinais de trânsito e perto do parque de estacionamento parte da calçada abateu.

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