Sociedade | 05-02-2026 12:00
Cais do Arripiado cedeu com a tempestade, mas está fora de perigo
Força da tempestade fez ceder parte do cais do Arripiado, na Chamusca, deixando marcas visíveis numa das zonas ribeirinhas mais emblemáticas do concelho.
A força da depressão Kristin deixou marcas no concelho da Chamusca, mas o cais do Arripiado, apesar de ter sofrido danos estruturais, não coloca em risco pessoas nem embarcações. A garantia foi deixada pelo presidente da Câmara, Nuno Mira, que assegura que a situação está controlada e devidamente sinalizada.
Segundo o autarca, a quebra registada no cais do Arripiado resultou da violência do mau tempo que atingiu o concelho nos últimos dias, provocando vários estragos em infraestruturas municipais. Apesar do impacto visual e estrutural, o local encontra-se em segurança, não havendo registo de incidentes associados.
Na última sessão de câmara, Nuno Mira fez ainda um ponto de situação sobre o conjunto de intervenções realizadas pela autarquia para mitigar os efeitos da tempestade Kristin, destacando os trabalhos de limpeza, reposição de acessos, avaliação de danos e articulação com serviços de protecção civil. O levantamento exaustivo dos prejuízos continua no terreno, com o objetivo de preparar as intervenções necessárias.
O Arripiado é conhecido como a Aldeia do Tejo. A beleza natural desta localidade é caracterizada pela sua paisagem ribeirinha, banhada pelo rio Tejo, pela sua cascata e pelo património histórico, cultural e de lazer, casos da Zona Verde do Nateiro, da Praça da Barca, da Igreja de S. Marcos, do Parque de Merendas e das casas pitorescas envolvidas por flores. É o único lugar ribeirinho do concelho da Chamusca onde a autarquia investiu em infra-estruturas. O largo principal tem uma escultura de José Coelho e no Miradouro do Almourol, outro lugar de eleição a pouca distância do cais, pode ver-se uma escultura de João Cutileiro.
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