Câmara de VFX vai exigir estudos e compensações pela duplicação da Linha do Norte
Município quer que Infraestruturas de Portugal tenha o máximo rigor na obra para garantir que o futuro das comunidades e as suas vivências não fiquem aquém do esperado e exigível.
À data de fecho desta edição, a 24 de Fevereiro, a Câmara de VFX realizou uma reunião extraordinária para definir uma posição conjunta de todas as forças políticas no que diz respeito à sua participação na consulta pública do Estudo de Impacte Ambiental (EIA) do projecto de alargamento da linha do norte. O presidente do município, Fernando Paulo Ferreira, diz que o projecto evoluiu positivamente face às primeiras versões mas continua a defender a necessidade de VFX e Alhandra serem ressarcidas dos impactos. O município exige um estudo do impacto das vibrações no edificado, juntamente com estudos de tráfego que minimizem os impactos na vida urbana das duas localidades. Defende que a IP adopte soluções para a EN10 para evitar sinais luminosos, ainda antes da obra arrancar e que seja completado o nó 2 de VFX junto ao Bairro do Paraíso. Também foi proposto, pelo Chega, a isenção do pagamento de portagens na A1 durante a obra. VFX defende que o processo de expropriações seja justo e rápido e que a deslocalização das seis entidades afectadas seja paga pela IP: Os 200 alunos do Conservatório de Alhandra, a Autoridade Marítima e Portuária, o Grupo de Amigos do Atletismo, o clube 2600Trail Running, o GART e o Clube de Campismo As Sentinelas, que estão hoje instalados na zona a demolir no jardim e no cais de VFX. O MIRANTE voltará a este assunto na sua próxima edição.


