Sociedade | 01-03-2026 18:30

A comandante dos Bombeiros da Golegã que transformou a dor em missão

A comandante dos Bombeiros da Golegã que transformou a dor em missão

Perdeu o pai de forma repentina e transformou a dor em missão. Ex-militar da Força Aérea, Oriana Brás veste a farda de bombeira há mais de 20 anos, mantendo acesa a chama de servir e salvar. A comandar a corporação da Golegã desde 2020, gosta de liderar pelo exemplo. Nesta entrevista a propósito do Dia Internacional da Protecção Civil, que se assinala este domingo, 1 de Março, fala do estado das florestas, da disparidade de meios entre corporações e dos riscos que têm de correr quando alguém decide transgredir indicações.

Oriana Brás sentiu desde muito nova um fascínio por fardas, mas a mãe teimava em pôr um travão no sonho de se tornar bombeira. Depois de o seu pai falecer, vítima de doença súbita aos 52 anos, tudo mudou. “Após a morte do meu pai foi a minha própria mãe que me incentivou”, recorda. Sem influência familiar nos bombeiros que a levasse a seguir esse caminho, como acontece em muitos casos, Oriana deixou o trabalho num escritório e ingressou, aos 21 anos, na corporação dos Voluntários da Izeda. “Não fui preencher um vazio porque esse continua a existir e nunca se vai preencher. Fui antes em busca de ajudar o próximo já que ninguém conseguiu ajudar o meu pai”, afirma a transmontana, natural de Macedo de Cavaleiros.
*Entrevista completa na próxima edição semanal de O MIRANTE.

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