Parquímetros regressam ao centro histórico de Abrantes a 16 de Março
Estacionamento pago está de regresso ao coração de Abrantes. A partir de 16 de Março, os parquímetros voltam a marcar o ritmo no centro histórico da cidade, pondo fim a um interregno iniciado durante a pandemia.
A partir de 16 de Março, estacionar no centro histórico de Abrantes volta a ser pago. Os parquímetros, desligados desde a pandemia, entram novamente em funcionamento com novos equipamentos e regras que limitam a permanência a duas horas. Desde o período da Covid-19 que os equipamentos estavam inactivos. Entretanto, o município procedeu à avaliação das estruturas existentes e avançou para a aquisição de parquímetros mais modernos, adaptados às necessidades actuais e com sistemas de pagamento mais ágeis.
O objectivo, segundo a autarquia, é disciplinar o estacionamento numa das zonas mais procuradas da cidade e garantir maior rotatividade dos lugares. A medida pretende facilitar o acesso ao comércio tradicional, serviços públicos e restauração, evitando ocupações prolongadas que dificultem a circulação e a dinâmica económica do centro histórico. A tarifa fixada é de 0,45 euros por hora, com um tempo máximo de permanência de 120 minutos. Findo esse período, o condutor terá de libertar o lugar.
A Câmara Municipal acredita que esta reorganização permitirá uma utilização mais equilibrada do espaço público, promovendo maior justiça no acesso aos lugares disponíveis. Apesar do regresso do estacionamento pago no centro histórico, mantêm-se várias bolsas de estacionamento gratuito nas imediações, nomeadamente junto ao Castelo de Abrantes, no parque dos Quinchosos, no parque do Vale da Fontinha e no parque do Convento de São Domingos. Estas alternativas permitem deixar a viatura a curta distância do centro, garantindo uma opção sem custos para quem privilegie uma permanência mais prolongada.
A autarquia reconhece que qualquer alteração implica um período de adaptação, mas defende que o regresso dos parquímetros será determinante para ordenar o estacionamento, melhorar a mobilidade e reforçar a vitalidade económica do coração histórico da cidade.


