Monos e lixo continuam a acumular-se em frente a farmácia na Castanheira do Ribatejo
Situação continua a gerar mau ambiente para quem vive no edifício e quem está doente e precisa de ir à farmácia Tejo, uma das mais modernas da vila. Câmara disse no ano passado que estava a ser estudada uma alternativa mas a solução ainda não chegou. Uma das ideias passava por ocupar parte do jardim mas a junta está contra.
A colocação de uma ilha ecológica e contentores do lixo de forma improvisada num lugar de estacionamento, à porta da Farmácia Tejo da Castanheira do Ribatejo, na Rua Dom António de Ataíde, continua a gerar queixas e críticas da comunidade e o problema tarda em ser resolvido.
Passado quase um ano desde que o assunto foi notícia em O MIRANTE, pouco ou nada se resolveu e quem precisa de ir à farmácia Tejo, a mais recente da vila, continua a ter de passar perto do lixo e dos maus cheiros que estes emanam. E até para quem precisa de despejar o lixo a situação é desafiante, já que os contentores estão emparelhados em cima uns dos outros e demasiado juntos.
Esta semana uma foto enviada à redacção do nosso jornal voltou a evidenciar a urgência de uma solução que tarda em chegar, com lixo a continuar a acumular-se no local. Não apenas a zona escolhida para colocar a ilha merece reparos de vários moradores - mesmo em frente à porta da farmácia - como também a forma amontoada como os contentores se encontram dificulta o acesso às ilhas ecológicas a quem precisa de ali depositar lixo. A situação é da competência da câmara municipal, que em Setembro do ano passado disse a O MIRANTE que a relocalização dos equipamentos estava a ser estudada mas até hoje nada aconteceu.
* Notícia desenvolvida na edição impressa de O MIRANTE


