Sociedade | 03-04-2026 10:00

Ourém assinala mês da prevenção dos maus-tratos infantis com campanha de sensibilização

Ourém assinala mês da prevenção dos maus-tratos infantis com campanha de sensibilização

CPCJ de Ourém arrancou Abril, Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância, com a colocação de um laço azul na varanda dos Paços do Concelho e com um conjunto de iniciativas destinadas a mobilizar escolas, instituições e comunidade para a defesa dos direitos das crianças.

A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Ourém associou-se, uma vez mais, à Comemoração Nacional do Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância, que decorre durante Abril sob o lema “Serei o que me deres… que seja Amor”. A assinalar o arranque da campanha, foi colocado um laço azul na varanda do edifício-sede do concelho, numa iniciativa promovida pela CPCJ em colaboração com a Câmara de Ourém. O símbolo foi elaborado pela Estrutura Residencial para Idosos e pela Casa de Acolhimento Residencial da Fundação Arca da Aliança e vai permanecer exposto ao longo de todo o mês.
Durante Abril estão previstas várias acções de sensibilização no concelho, envolvendo escolas, instituições, juntas de freguesia e a comunidade em geral. Entre as primeiras iniciativas está a divulgação de uma série de vídeos de curta-metragem produzidos por alunos do 7.º, 8.º e 9.º anos do Agrupamento de Escolas de Caxarias, centrados na prevenção dos maus-tratos na infância. Os trabalhos vão ser divulgados de forma faseada nas redes sociais e noutros meios de comunicação do município, bem como nos órgãos de comunicação social locais. A CPCJ sublinha que estas iniciativas pretendem alertar a população para a importância da prevenção dos maus-tratos infantis, problema que continua a afectar muitas crianças e jovens, e reforçar junto dos mais novos a consciência dos seus direitos.
A campanha do laço azul teve origem em 1989, nos Estados Unidos, pela mão de Bonnie W. Finney, uma avó que amarrou uma fita azul à antena do carro para chamar a atenção da comunidade para os maus-tratos sofridos pelos netos. A cor foi escolhida por simbolizar as nódoas negras e lesões provocadas pela violência, transformando-se desde então num símbolo internacional de memória, alerta e compromisso colectivo na protecção das crianças.

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