Sociedade | 17-04-2026 11:23

Vila Franca de Xira avança com contrato de 1,62 milhões para recolha de resíduos volumosos

Vila Franca de Xira avança com contrato de 1,62 milhões para recolha de resíduos volumosos

Município continua a tentar minimizar problemas com monos abandonados nas cidades do concelho junto às ilhas ecológicas e que continuam a merecer críticas da oposição.

A luta contra a acumulação de monos no concelho de Vila Franca de Xira continua e o município aprovou recentemente, em reunião de câmara, o lançamento de um procedimento para a contratação de serviços de recolha de resíduos de grandes dimensões, conhecidos como “monos”, bem como de resíduos de construção e demolição (RCD), resíduos verdes, pneus, madeiras, equipamentos eléctricos e electrónicos (REE) e resíduos indiferenciados.
A necessidade foi identificada pela Divisão de Higiene Pública e Ambiente e o serviço será organizado em cinco lotes, correspondentes a diferentes áreas do concelho: Vialonga, Póvoa de Santa Iria, Forte da Casa, Bragadas, Granja e Alpriate, Alverca do Ribatejo e Sobralinho, Alhandra, São João dos Montes, Calhandriz, Castanheira do Ribatejo e Cachoeiras.
O preço base do procedimento está fixado em 1.620.000 euros, acrescido de IVA. A distribuição do investimento pelos lotes prevê 270 mil euros para quatro das áreas e 540 mil euros para o lote que abrange Alverca do Ribatejo e Sobralinho. Segundo a autarquia, o valor foi definido com base em contratos anteriores de natureza semelhante, sendo a despesa justificada com a necessidade de assegurar a salubridade e a segurança dos espaços públicos, especialmente nas zonas junto a contentores e ecopontos, onde é frequente a deposição deste tipo de resíduos volumosos.
A recolha regular destes materiais, considera a câmara, é considerada essencial para evitar a degradação ambiental e melhorar a qualidade de vida no concelho. O contrato terá uma duração inicial de 12 meses, com possibilidade de renovação por períodos iguais até um máximo de 36 meses. A entrada em vigor dependerá da assinatura do contrato e do visto do Tribunal de Contas. A discussão da proposta voltou a valer ao executivo socialista queixas da parte dos vereadores da Coligação Nova Geração (PSD/IL) e do Chega, que voltaram a lamentar a falta de investimento neste departamento municipal e a necessidade de serem melhoradas as rotas e a regularidade das intervenções.

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