Acidentes de Trabalho: a queda que virou a vida de Carlos Cação do avesso
A história de Carlos Cação, trabalhador que sobreviveu a uma queda brutal em serviço e vive há quase quatro anos entre cirurgias, limitações e uma luta desigual com a seguradora, retrata um dos muitos acidentes de trabalho que O MIRANTE conta a propósito do Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, assinalado a 28 de Abril.
A reconstrução da cara, da cervical e dos maxilares, um implante junto ao olho esquerdo e seis cirurgias depois, Carlos Cação continua a enfrentar as sequelas de um acidente de trabalho que lhe virou a vida do avesso. O técnico de climatização e ventilação, natural de Vale de Estacas, que adoptou Alcanhões (concelho de Santarém) e residente em Almeirim, vive hoje com várias sequelas a que se juntam desequilíbrios, zumbidos, perda de olfacto, dormência na boca e depende de uma canadiana para se deslocar.
A recuperação tem sido tão dura como a batalha com a companhia de seguros, com quem diz travar uma luta constante para ver reconhecidos os seus direitos. “Se tivesse morrido tinha sido uma sorte para a seguradora”, desabafa.
A história completa pode ser lida na edição em papel de O MIRANTE esta quinta‑feira, 30 de Abril.


