Sociedade | 08-05-2026 13:43
Cruz Vermelha de Torres Novas: uma instituição ao serviço da comunidade
Presidente da delegação da Cruz Vermelha de Torres Novas diz que a instituição tem portas abertas para quem precisa e ambição para ir mais longe. Este é o excerto de uma entrevista a propósito do Dia Mundial da Cruz Vermelha que se assina a 8 de Maio.
Artur Afonso chegou à delegação de Torres Novas da Cruz Vermelha em 2015, numa fase de transição da vida militar para a vida civil. Reformado do Exército, natural da cidade, casado e pai de três filhos, nunca tinha feito voluntariado. Decidiu experimentar e acabou por ficar. Hoje preside a uma delegação que, diz, o tem enriquecido “muito do ponto de vista humano”, sobretudo por lhe mostrar realidades que muitas vezes passam despercebidas a quem vive o dia-a-dia “a correr”.
“Há muita gente com fragilidade, com dificuldades a todos os níveis”, afirma. À porta da Cruz Vermelha chegam famílias referenciadas pela acção social do município, mas também pessoas apanhadas de surpresa por uma doença, um divórcio, desemprego ou outra queda inesperada do nível de vida. “Num momento, a vida dá um trambolhão e é preciso ajudar a pessoa a voltar a levantar-se”, defende.
A delegação integra a rede social do concelho e trabalha em articulação com a Câmara de Torres Novas, que encaminha famílias em situação de vulnerabilidade. O apoio passa sobretudo por um banco alimentar próprio, independente do Banco Alimentar Contra a Fome, e por uma loja social. Não há refeições confeccionadas, mas distribuem-se cabazes com bens essenciais. Na loja social está disponível roupa, roupa de cama e outros artigos.
*Artigo completo numa próxima edição semanal de O MIRANTE.
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