OesteCIM e produtores de Pera Rocha alertam para riscos do fogo bacteriano
A OesteCIM, a Associação Nacional de Produtores de Pera Rocha e os municípios do Oeste estão a reforçar o apelo à vigilância activa nos pomares para travar a propagação do fogo bacteriano na região.
A Comunidade Intermunicipal do Oeste (OesteCIM), em colaboração com a Associação Nacional de Produtores de Pera Rocha (ANP) e os 12 municípios da região, está a reforçar a sensibilização junto dos produtores agrícolas para a prevenção e controlo do fogo bacteriano nos pomares.
A acção dá continuidade à campanha iniciada em Março e pretende alertar para a importância da vigilância activa e da adopção de boas práticas agrícolas, consideradas fundamentais para conter a propagação da doença e minimizar os prejuízos na produção frutícola.
Segundo a OesteCIM, o actual período de vingamento obriga a uma atenção redobrada por parte dos produtores, sendo essencial garantir a monitorização regular dos pomares e a aplicação de medidas preventivas adequadas. Entre as recomendações técnicas destacam-se a limpeza de ramos afectados, a prevenção de contaminações, a desinfecção dos materiais utilizados nas operações de corte e a vigilância contínua das explorações.
O fogo bacteriano é apontado como uma das doenças mais severas que afectam as culturas frutícolas, podendo causar perdas significativas e colocar em causa a sustentabilidade económica da actividade agrícola na região Oeste.
A OesteCIM reforça ainda o apelo para que os produtores contactem os serviços técnicos sempre que existam suspeitas de infecção, sublinhando que a prevenção e a actuação atempada são essenciais para proteger os pomares e salvaguardar um dos sectores estratégicos da região.


