Sociedade | 15-06-2026 07:00

Alcanena aposta no Alviela para afirmar turismo de natureza

Alcanena aposta no Alviela para afirmar turismo de natureza

Praia fluvial dos Olhos d’Água volta a hastear Bandeira Azul pelo segundo ano consecutivo. Época balnear arranca a 27 de Junho com equipamentos operacionais, programação e reforço da vigilância.

A praia fluvial dos Olhos d’Água do Alviela volta a ser a grande montra turística de Alcanena este Verão. O concelho inicia a época balnear a 27 de Junho com a Bandeira Azul hasteada pelo segundo ano consecutivo naquele espaço natural, distinção que reforça a aposta do município na valorização do rio Alviela e no turismo de natureza. O hastear simbólico da Bandeira Azul está marcado para 29 de Junho. A distinção, atribuída pela Associação Bandeira Azul da Europa, reconhece a qualidade ambiental, a segurança, os serviços disponíveis e as condições de utilização da praia fluvial, situada num dos locais mais emblemáticos do concelho. Segundo o vereador do Turismo da Câmara de Alcanena, Gabriel Feitor, a época balnear arranca “com todas as condições asseguradas”, depois de concluídos os trabalhos de limpeza e reposição de segurança na sequência dos constrangimentos provocados pela tempestade Kristin. A autarquia garante que todos os equipamentos estarão operacionais, com segurança, acompanhamento da GNR e técnicos afectos às actividades previstas para o período estival.
A época balnear decorrerá até 31 de Agosto e terá programação própria ao longo do Verão. Além dos Olhos d’Água, o município mantém como complemento as piscinas municipais de Minde, que vão funcionar com esplanada e zona balnear. Já as piscinas descobertas de Alcanena não abrem este ano devido a obras de requalificação. O rio Alviela assume cada vez maior importância na estratégia turística do concelho. Para além da praia fluvial principal, há vários pontos de lazer procurados pela população e por visitantes, como a Ponte da Pedra, a Ponte Ferreira e o Vigário, zonas de utilização mais espontânea mas que ganham expressão nos meses de maior calor. Gabriel Feitor sublinha que o Alviela é hoje sentido como “património colectivo”, num território que quer tirar partido dos recursos naturais, da proximidade ao Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, dos percursos pedestres e da paisagem cársica.

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