Metade das novas árvores do Jardim do Coreto na Chamusca estão mortas
Depois da polémica com o abate das árvores centenárias do Jardim do Coreto, na Chamusca, Cerca de metade dos jacarandás plantados para devolver sombra ao jardim estão mortos. O novo presidente da câmara, Nuno Mira, garante a O MIRANTE que as árvores vão ser substituídas.
A requalificação do Jardim da República, na Chamusca, voltou a colocar as árvores no centro da discussão pública, sobretudo nas redes sociais. Depois da polémica causada pelo abate das árvores centenárias que durante gerações marcaram a imagem do Jardim do Coreto, cerca de metade dos jacarandás plantados para devolver sombra e vida ao espaço, segundo afirmou o anterior presidente da câmara Paulo Queimado, estão mortos.
Quando, no início de 2025, as árvores antigas foram derrubadas no âmbito da empreitada de requalificação urbana, muitos chamusquenses temeram que o espaço ficasse desvirtuado. A obra, orçada em cerca de 150 mil euros, incidiu sobre o Largo João de Deus e várias artérias envolventes, prometendo renovar o coração da vila. Mas a renovação não caiu bem a grande parte da população, que critica, para além do abate das árvores, a colocação dos novos bancos em pedra.
Os jacarandás, escolhidos para substituir a presença arbórea perdida, não resistiram em número suficiente para garantir a imagem de recuperação que a intervenção procurava transmitir. Contactado por O MIRANTE, o actual presidente da Câmara Municipal da Chamusca, Nuno Mira, garante que o problema terá resposta. O autarca afirma que as árvores mortas vão ser substituídas, assumindo a necessidade de corrigir uma situação que não faz jus a um dos locais mais nobres da vila.


