Sociedade | 03-07-2026 15:00

Metade das novas árvores do Jardim do Coreto na Chamusca estão mortas

Metade das novas árvores do Jardim do Coreto na Chamusca estão mortas
Árvores plantadas no tempo de Paulo Queimado estão mortas no principal jardim da Chamusca - foto DR

Depois da polémica com o abate das árvores centenárias do Jardim do Coreto, na Chamusca, Cerca de metade dos jacarandás plantados para devolver sombra ao jardim estão mortos. O novo presidente da câmara, Nuno Mira, garante a O MIRANTE que as árvores vão ser substituídas.

A requalificação do Jardim da República, na Chamusca, voltou a colocar as árvores no centro da discussão pública, sobretudo nas redes sociais. Depois da polémica causada pelo abate das árvores centenárias que durante gerações marcaram a imagem do Jardim do Coreto, cerca de metade dos jacarandás plantados para devolver sombra e vida ao espaço, segundo afirmou o anterior presidente da câmara Paulo Queimado, estão mortos.
Quando, no início de 2025, as árvores antigas foram derrubadas no âmbito da empreitada de requalificação urbana, muitos chamusquenses temeram que o espaço ficasse desvirtuado. A obra, orçada em cerca de 150 mil euros, incidiu sobre o Largo João de Deus e várias artérias envolventes, prometendo renovar o coração da vila. Mas a renovação não caiu bem a grande parte da população, que critica, para além do abate das árvores, a colocação dos novos bancos em pedra.
Os jacarandás, escolhidos para substituir a presença arbórea perdida, não resistiram em número suficiente para garantir a imagem de recuperação que a intervenção procurava transmitir. Contactado por O MIRANTE, o actual presidente da Câmara Municipal da Chamusca, Nuno Mira, garante que o problema terá resposta. O autarca afirma que as árvores mortas vão ser substituídas, assumindo a necessidade de corrigir uma situação que não faz jus a um dos locais mais nobres da vila.

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