Sociedade | 13-08-2026 21:00

Posto da GNR do Cartaxo vai ser reabilitado por quase 450 mil euros

Posto da GNR do Cartaxo vai ser reabilitado por quase 450 mil euros

Edifício apresenta infiltrações, coberturas em fibrocimento e problemas de eficiência energética. Obras já arrancaram e têm um prazo de execução de 90 dias.

O posto territorial da GNR do Cartaxo vai ser alvo de uma intervenção de fundo para resolver problemas de degradação que se foram acumulando ao longo dos anos. A empreitada representa um investimento de cerca de 449 mil euros e deverá ficar concluída no prazo de três meses. A obra é da responsabilidade da Câmara do Cartaxo e resulta de um contrato de cooperação entre o município, a Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna e a Guarda Nacional Republicana. O Estado assegura um financiamento de 500 mil euros, cabendo à autarquia executar e fiscalizar os trabalhos.
O presidente da Câmara do Cartaxo, João Heitor, reconhece que o edifício apresentava vários problemas no exterior e um fraco desempenho energético. A degradação das coberturas e fachadas provocava infiltrações que acabavam também por afectar os espaços interiores do posto. “Todas essas infiltrações vinham a degradar aquelas instalações de uma forma muito significativa”, afirmou o autarca, acrescentando que algumas melhorias realizadas no interior acabavam prejudicadas por não estar resolvido o problema da envolvente exterior.
A empreitada tem um valor de 448.581 euros, acrescido de IVA, e inclui a reabilitação dos telhados, fachadas e vãos, assim como a remoção das coberturas em fibrocimento existentes no imóvel. A intervenção pretende ainda melhorar a eficiência energética e criar melhores condições de trabalho para os militares que prestam serviço no Cartaxo e para os cidadãos que recorrem ao posto. João Heitor admite que existiam zonas do edifício “em condições bastante degradadas”, embora ressalve que os problemas nunca colocaram em causa a capacidade operacional da GNR. “Não acredito que tivessem dificuldade em fazer o seu trabalho, mas as condições do edifício não seriam as mais simpáticas para os seus utilizadores”, afirmou.

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