Mais uma morte na praia fluvial da Aldeia do Mato
A vítima entrou em paragem cardiorrespiratória e, apesar das manobras de reanimação realizadas pelos meios de socorro, o óbito foi declarado no local. As causas da morte ainda não são conhecidas. É mais uma morte ocorrida numa das praias fluviais mais procuradas do concelho.
Um homem de 40 anos morreu na tarde de sábado, 8 de Agosto, na praia fluvial de Aldeia do Mato, em Abrantes. A vítima entrou em paragem cardiorrespiratória e, apesar das manobras de reanimação realizadas pelos meios de socorro, o óbito foi declarado no local. É mais uma morte registada nos últimos anos numa das praias fluviais mais procuradas do concelho. O alerta foi dado pelas 14h09, através do Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), dando conta de um homem em paragem cardiorrespiratória na praia fluvial de Aldeia do Mato, situada na albufeira de Castelo do Bode. Para o local foram mobilizados os Bombeiros Voluntários de Abrantes e a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) da Unidade Local de Saúde do Médio Tejo. Quando os meios chegaram, a vítima encontrava-se em paragem cardiorrespiratória. Foram realizadas manobras de reanimação, mas sem sucesso, tendo o óbito sido declarado pelo médico da VMER.
A ocorrência mobilizou seis operacionais dos bombeiros, INEM e GNR, apoiados por três viaturas. As causas da morte não são, para já, conhecidas e a GNR tomou conta da ocorrência. A morte acontece pouco mais de um mês depois de a praia fluvial de Aldeia do Mato ter voltado a receber a Bandeira Azul, pela 16.ª vez, além das distinções “Qualidade de Ouro” e “Praia Acessível”. A época balnear decorre até 31 de Agosto.
O local tem, no entanto, um historial recente de ocorrências fatais. Em Julho de 2024, O MIRANTE noticiou a morte de um homem de 47 anos que mergulhou na praia fluvial e não voltou à superfície. O corpo só foi localizado cerca de três horas depois. Em 2023 registaram-se outras duas mortes no local: a de um jovem de 21 anos, em Abril, e a de um jovem de 25 anos, em Agosto.


