Sociedade | 12-09-2026 14:52

Vanda Branco quer quebrar a estagnação e devolver dinâmica à Casa do Povo de Aveiras de Cima

Vanda Branco quer quebrar a estagnação e devolver dinâmica à Casa do Povo de Aveiras de Cima

Vanda Branco venceu por nove votos as eleições para a Casa do Povo de Aveiras de Cima e assumiu a presidência com a ideia de voltar a pôr a instituição no centro da comunidade. Diz ter encontrado um edifício com problemas de manutenção e uma casa que considera parada no tempo. Em pouco mais de três meses aumentou o número de sócios, organizou as contas e recuperou actividades. Quer transparência, renovação de dirigentes e uma instituição que não viva sentada à espera que caiam os subsídios.

O edifício da Casa do Povo de Aveiras de Cima está ali desde 1971, mas Vanda Branco acredita que uma instituição pode continuar aberta e, ainda assim, ir perdendo vida. Quando tomou posse, a 1 de Junho, encontrou problemas no telhado, espaços a precisar de limpeza e arrumação e várias necessidades de manutenção. “Encontrámos uma casa frágil”, resume, sublinhando que havia muito trabalho por fazer, não querendo com isso desvalorizar quem a antecedeu.
Natural daquela freguesia do concelho de Azambuja defende que direcções envelhecem, criam hábitos e acabam por ter mais dificuldade em acompanhar novas formas de participação. É por isso defensora de uma renovação regular dos órgãos sociais. “Ao fim de dois ou três mandatos devia haver renovação. Temos de dar oportunidade aos mais novos para isto não acabar”, defende, numa conversa com O MIRANTE a propósito do Dia Nacional das Casas do Povo que se assinala a 11 de Setembro.
*Artigo completo numa próxima edição semanal de O MIRANTE.

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