Sociedade | 23-09-2026 09:15

Ponte da Chamusca volta a obrigar condutores a esperas superiores a meia hora

Ponte da Chamusca volta a obrigar condutores a esperas superiores a meia hora

A travessia do Tejo transformou-se num calvário diário para quem depende da ponte entre a Chamusca e a Golegã.

A travessia do Tejo transformou-se num calvário diário para quem depende da ponte entre a Chamusca e a Golegã. Esta manhã de quarta-feira, os condutores enfrentaram filas com mais de meia hora de espera.
Chegar ao trabalho, cumprir uma consulta ou fazer uma entrega implica contar com um atraso imprevisível. A circulação alternada, regulada por semáforos, concentra o trânsito nos acessos e faz da passagem uma prova de paciência. Quando algo falha, o bloqueio agrava-se. O MIRANTE já noticiou o caos provocado por avarias nos semáforos e, em Março deste ano, registou esperas a rondar os 50 minutos.
O problema ultrapassa o incómodo dos automobilistas. Em Abril, O MIRANTE mostrou bombeiros em marcha de urgência retidos na ponte, um episódio que trouxe para primeiro plano as consequências dos engarrafamentos para o socorro. As filas de quilómetros registadas no Domingo de Páscoa, por exemplo, confirmaram que o estrangulamento não se limita aos dias úteis.
A ponte continua a assegurar uma ligação indispensável entre margens, mas obriga diariamente moradores, trabalhadores e empresas a organizar a vida em função do trânsito. A meia hora perdida esta manhã junta-se a muitas outras, acumuladas ao longo de anos.

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