Cemitério do Rossio ao Sul do Tejo perto do limite obriga Câmara de Abrantes a procurar soluções
Autarquia não pretende, para já, avançar com a construção de um novo cemitério e aposta na reutilização de sepulturas e numa gestão mais eficiente do espaço existente.
O cemitério do Rossio ao Sul do Tejo está a aproximar-se do limite da sua capacidade, uma situação que já entrou na agenda política do município de Abrantes e que poderá obrigar a autarquia a encontrar novas soluções para garantir resposta às necessidades da população. O tema foi levantado pelo vereador João Morgado, do PSD, durante uma reunião do executivo municipal. O eleito questionou a maioria sobre o actual nível de ocupação daquela infraestrutura municipal e quis saber que medidas estão a ser equacionadas perante a possibilidade de o espaço disponível se esgotar.
O presidente da Câmara de Abrantes, Manuel Valamatos, reconheceu a necessidade de acompanhar a situação, mas deixou claro que a construção de um novo cemitério não é, nesta fase, a solução privilegiada pelo município. A estratégia passa antes pela reutilização das sepulturas existentes e por uma gestão mais eficiente do espaço, procurando aumentar a capacidade de resposta sem avançar de imediato para um investimento numa nova infraestrutura. A evolução da ocupação continuará, no entanto, a ser acompanhada pela autarquia, que poderá ter de estudar outras alternativas caso a capacidade do cemitério deixe de responder às necessidades da população do Rossio ao Sul do Tejo e das zonas abrangidas pelo equipamento.


