Sociedade | 14-10-2026 10:00

Sem-abrigo que vivia num jardim de Santarém encaminhado para instituição

Sem-abrigo que vivia num jardim de Santarém encaminhado para instituição

O homem sem-abrigo instalou um colchão e pertences na zona de estar coberta do Jardim de São Domingos, em Santarém, e ali viveu durante algumas semanas.

A pessoa sem abrigo que esteve a pernoitar durante algumas semanas no Jardim de São Domingos, em Santarém, já foi encaminhada para uma instituição, confirmou a O MIRANTE fonte do município, depois de uma moradora da zona ter dado conta desse desfecho. Foi também limpo o local onde o homem havia instalado os seus pertences, na zona de estar e convívio próxima do parque infantil.
Recorde-se que alguns moradores do bairro de São Domingos manifestaram a sua preocupação com o caso, que foi também abordado numa reunião de câmara de Setembro pelo vereador Pedro Ribeiro (PS). O homem em situação de sem-abrigo instalou um colchão e os pertences junto às mesas e bancos ali existentes. O caso motivou algum alarme social entre os moradores, que pediram a intervenção das entidades competentes, nomeadamente da União de Freguesias da Cidade de Santarém e da Câmara de Santarém.
Segundo o relato de uma moradora, o homem começou por pernoitar no interior do parque infantil do Jardim de São Domingos, tendo posteriormente mudado para o espaço coberto, onde se encontram as mesas e bancos. De acordo com a mesma residente, a permanência contínua do sem-abrigo gerou problemas de falta de higiene, dada a inexistência de WC, colocando em risco a salubridade de todo o espaço envolvente.
Contactada por O MIRANTE, a Câmara de Santarém disse que a situação estava a ser acompanhada de forma continuada, em articulação com o Centro de Respostas Integradas/Equipa de Tratamento (CRI/ET) e demais entidades competentes. “Desde que a situação foi sinalizada, têm sido desenvolvidas diversas diligências de acompanhamento, avaliação e encaminhamento, procurando encontrar respostas adequadas às necessidades identificadas e às circunstâncias concretas da pessoa em causa”, que terá recusado algumas propostas com vista ao seu acompanhamento e encaminhamento para respostas adequadas, incluindo respostas especializadas na área do tratamento e da integração social. O caso acabou por ser resolvido pouco tempo depois da notícia publicada por O MIRANTE

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