Feira Nacional do Cavalo muda de nome no ano em que celebra 50 edições
Feira Nacional do Cavalo, que atrai cerca de um milhão de visitantes à Golegã, passa a ter a Caixa Geral de Depósitos como patrocinador e a integrar o nome do banco na sua designação oficial. A parceria coincide com a 50.ª edição do certame e com os 150 anos da instituição bancária.
A Feira Nacional do Cavalo passa a designar-se Caixa Golegã – Feira Nacional do Cavalo, na sequência de uma parceria de patrocínio com a Caixa Geral de Depósitos (CGD). A mudança acontece num ano simbólico para as duas instituições: a feira celebra a sua 50.ª edição e o banco assinala século e meio de existência. Considerado o maior evento turístico do Alentejo e Ribatejo pela Entidade Regional de Turismo, o certame transforma anualmente a vila da Golegã na capital nacional do cavalo, atraindo cerca de um milhão de visitantes ao longo de nove dias. Cavaleiros, criadores, empresários e aficionados de vários países encontram-se num evento que é uma das principais montras do cavalo Lusitano e da tradição equestre portuguesa.
A importância da feira ultrapassa largamente a vertente desportiva e cultural. O impacto na economia local faz-se sentir no alojamento, restauração, comércio e serviços, com a vila a receber uma afluência de visitantes muito superior à sua população residente. A projecção internacional também tem vindo a crescer, com as transmissões digitais dos principais momentos do certame a chegarem a espectadores de cerca de 30 países. Em 2026, a Feira da Golegã foi inscrita no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, num reconhecimento das suas raízes históricas, que remontam à Feira de São Martinho, no século XVI, e da importância que mantém para a identidade da comunidade local.
A associação da Caixa Geral de Depósitos ao certame reforça a ligação do banco ao sector agropecuário, depois da presença em eventos como a Feira Nacional da Agricultura, a Ovibeja e a Agroglobal. A instituição passa agora a associar o seu nome a um dos acontecimentos mais emblemáticos do Ribatejo, numa altura em que a Golegã se prepara para voltar a ser o centro das atenções do mundo equestre.


