Sociedade | 26-10-2026 15:00

Moradora de Olhalvo alerta para estradas cortadas e atrasos dos autocarros escolares

Moradora de Olhalvo alerta para estradas cortadas e atrasos dos autocarros escolares

Vânia Batista levou à reunião do executivo da Câmara de Alenquer preocupações com o estado das estradas, a ponte da freguesia de Olhalvo e os horários dos transportes escolares. A moradora diz que os problemas se arrastam desde as intempéries do último Inverno e que é obrigada a levar diariamente o filho à escola de carro.

Vânia Batista, que reside desde Fevereiro na freguesia de Olhalvo, alertou para o facto da Estrada da Mata continuar cortada desde as intempéries que, no último Inverno, atingiram o concelho. A munícipe teme nova derrocada, caso a estrada não seja intervencionada antes das próximas chuvas. Vânia Batista manifestou ainda preocupação com a situação da ponte de Olhalvo, que era uma das principais vias de saída da freguesia.
Na resposta, o presidente da Câmara de Alenquer, João Nicolau (PS), explicou que a intervenção na Estrada Nacional 9 é da responsabilidade da Infraestruturas de Portugal, incluindo a limpeza, manutenção e segurança da via e afirmou que o município tem vindo a sensibilizar a entidade para que intervenha “o mais rapidamente possível”. Adiantou que a câmara recebeu entretanto indicação de que os trabalhos estavam prestes a começar, estando prevista a limpeza da EN9, bem como intervenções em Aldeia Gavinha, onde existe um abatimento considerado perigoso.
Quanto à ponte de Olhalvo, João Nicolau esclareceu que a obra é da responsabilidade da câmara municipal, tendo já sido realizado o concurso e adjudicada a empreitada. A intervenção, que devia ter começado em Setembro, prevê a substituição integral da ponte, uma vez que a estrutura acabou por ceder. “Temos indicação que a obra começa esta semana”, afirmou o presidente.

Autocarro chega depois do início das aulas
A falta de transporte escolar em horário compatível com o início das aulas foi outro dos problemas apresentados por Vânia Batista. Segundo a moradora, o único autocarro que faz o percurso entre Merceana/Paredes e a escola não garante que os alunos chegam a horas às aulas. “Só têm o autocarro das 7h55 e chegam à escola às 8h45, atrasados e levam falta porque não há tolerância. Por causa disso tenho que levar o meu filho à escola”, lamentou.
O edil confirmou que o município tem conhecimento da situação e que já a transmitiu ao operador responsável pelo transporte. “Ainda aguardamos resposta”, disse João Nicolau, garantindo que a câmara vai procurar resolver o problema, uma vez que “os alunos não podem chegar depois do início das aulas”.

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