António Cordeiro e Adriano Santos
Foi, há quase trinta e seis anos, que António Cordeiro, cuja única experiência com funerais, era de os ver passar, comprou a Agência Funerária Hélder Vacas, em Santarém. Há artistas que, antes de serem famosos, trabalharam a lavar pratos num restaurante. Um deles é Adriano Santos, natural de Castro d’Aire e residente em Vialonga, que não canta na televisão nem trabalhou em Hollywood, mas que sabe tudo da arte de fazer pizzas e de grelhar frangos.
Foi, há quase trinta e seis anos, que António Cordeiro, cuja única experiência com funerais, era de os ver passar, comprou a Agência Funerária Hélder Vacas, em Santarém. Irrequieto, a nível pessoal e profissional, tinha trabalhado numa firma de automóveis, tinha sido agricultor e cumprira o serviço militar em Moçambique, sem nunca ter dado um tiro. Começou a actividade de agente funerário com um sócio, mas ao fim de dois anos era o proprietário. Aprendeu com o antigo dono da funerária, que considera ter sido um Mestre, e tornou-se ele mesmo Mestre dos filhos, Nuno e David, que agora gerem a empresa e que, graças à sua competência, lhe deram a tranquilidade pela qual trabalhou toda a vida.
Há artistas que, antes de serem famosos, trabalharam a lavar pratos num restaurante. Um deles é Adriano Santos, natural de Castro d’Aire e residente em Vialonga, que não canta na televisão nem trabalhou em Hollywood, mas que sabe tudo da arte de fazer pizzas e de grelhar frangos. Em vez da América fez o tirocínio na Suíça, onde também lavou pratos num restaurante e conseguiu dinheiro para comprar uma churrasqueira e criar a Expresso Pizza de Vialonga. Há sete anos começava a trabalhar às quatro e meia da manhã e só terminava às dez da noite. E não era na Suíça mas em Portugal, como gerente da sua casa. Há dois anos, dizia que o horário era o mesmo, mas confessava que já lhe apetecia descanso. O mais gratificante são os clientes que o emocionam com elogios às suas pizzas.


