António Carlos Calhau e Diana Vicente
António Carlos Calhau é de Constância porque já ali viveu mais tempo do que na sua terra natal, que é Fronteira, no Alto Alentejo. Há dois anos, numa entrevista a O MIRANTE, Diana Vicente, da imobiliária Qualidomus, no Entroncamento, fez uma declaração de amor à sua actividade, que é cada vez mais rara, nestes tempos de mercantilismo.
António Carlos Calhau é de Constância porque já ali viveu mais tempo do que na sua terra natal, que é Fronteira, no Alto Alentejo. Nasceu a 8 de Maio de 1945, dia em que terminou a II Guerra Mundial, e todos os anos celebra o aniversário no Dia da Vitória. Por feitio e não por razões históricas, sempre foi um homem de paz. Quem o conhece e se lembra dele, pode testemunhar a sua contagiante boa disposição, e a sua ligação à comunidade. Foi dos primeiros a receber com entusiasmo a decisão de enfeitar as ruas com flores na altura das festas. E foi dos primeiros a juntar-se a amigos para fazer uma tasquinha quando elas foram implementadas. A famosa Tasquinha dos Chaparros. Em 2013 falou connosco para um trabalho sobre as festas. Relembramo-lo agora, na Última Página de Honra, porque amigos assim, não se esquecem.
Há dois anos, numa entrevista a O MIRANTE, Diana Vicente, da imobiliária Qualidomus, no Entroncamento, fez uma declaração de amor à sua actividade, que é cada vez mais rara, nestes tempos de mercantilismo. “Se ganhasse o Euromilhões abria 20 imobiliárias”. Fazer algo sem ser exclusivamente por dinheiro, é garantia de excelência para quem beneficia dos serviços prestados por essa pessoa, seja médico, engenheiro, jardineiro, electricista, ou agente imobiliário, como ela é. Muitas vezes a profissão que temos, não é a nossa primeira escolha, mas é a forma como nos entregamos ao que fazemos, que mostra aquilo que somos e o valor que temos. Diana Vicente é uma pessoa valiosa. É apaixonada pelo que faz e isso faz dela a melhor escolha de quem precisa dos seus serviços.


