Diamantino Duarte e Casimiro Ramos
Diamantino Duarte nasceu em Tremes Santarém, no dia de Natal de 1956 e a 3 de Outubro de 1966, ainda menino, começou a trabalhar na Farmácia do Senhor Costa. Casimiro Ramos mostra capacidade de encaixe, mesmo quando as críticas são injustas. E se isso não acontece, o seu semblante não o deixa transparecer.
Diamantino Duarte nasceu em Tremês Santarém, no dia de Natal de 1956 e a 3 de Outubro de 1966, ainda menino, começou a trabalhar na Farmácia do Senhor Costa. Foi a seguir a ter feito a quarta classe. Tinha 9 anos e para chegar ao balcão subia para cima de um caixote. Aos 16, alistou-se na Marinha de Guerra, onde se especializou em criptografia. Viajou, fez missões no âmbito da NATO e voltou à vida civil. Foi ajudante de farmácia, administrador de empresas, autarca, dirigente associativo, sempre com mérito e distinção, mas onde mais se destacou e destaca, é como ser humano. Não foi Santo, mas há legiões de pessoas que podem testemunhar o bem que foi semeando por onde tem passado. Como acontece em casos assim, se alguém tem razão de queixa dele, principalmente pelas ausências, é com certeza a família.
Mostra capacidade de encaixe, mesmo quando as críticas são injustas. E se isso não acontece, o seu semblante não o deixa transparecer. Casimiro Ramos confessa que também se exalta, mas tem vindo a melhorar as técnicas de autocontrole e gestão de emoções. São muitos anos a lidar com problemas e com pessoas, os últimos cinco dos quais como gestor da Unidade Local de Saúde do Médio Tejo. O cargo deve dar-lhe muitas dores de cabeça, mas foi para ser gestor que se preparou, em termos académicos. Em jovem, foi músico na banda de Arruda dos Vinhos. Foi oficial da Força Aérea, consultor, bancário, autarca, professor universitário e deputado à Assembleia da República. Diz que a porta do seu gabinete está sempre aberta, o que é uma forma de dizer que não receia enfrentar problemas. E tem-no provado!.


