Francisco Teixeira e Joaquim Correia Bernardo
O senhor Teixeira, proprietário do Restaurante A Grelha, em Santarém, que escolhemos para figurar na Última Página de Honra desta edição, gosta de saber quem são os seus clientes e de falar com eles. É uma honra para O MIRANTE destacar o Coronel Joaquim Correia Bernardo na Última Página de Honra desta edição.
O senhor Teixeira, proprietário do Restaurante A Grelha, em Santarém, que escolhemos para figurar na Última Página de Honra desta edição, gosta de saber quem são os seus clientes e de falar com eles. Não é intrusivo, nem lhes empata a refeição, mas sente que só pode servir bem quem chega e quem há-de chegar, se souber de onde vem e do que gosta. E também gosta que os clientes saibam que está presente e que zela para que tudo corra bem. Se um cliente olha para trás, vai logo ver se precisa de alguma coisa. Se levanta a mão, ele é o primeiro a chegar. Sem nunca atrapalhar os outros elementos da equipa, mas completando e ajudando. E na equipa tem dois filhos, um neto e a esposa Lívia. Um outro filho é agora presidente da câmara. E não se pense que a família é muito grande, porque ele era um de dez irmãos. O restaurante está no mesmo local há mais de trinta anos. E é presença habitual no Festival Nacional de Gastronomia. Um orgulho para a cidade.
É uma honra para O MIRANTE destacar o Coronel Joaquim Correia Bernardo na Última Página de Honra desta edição. Ele já foi nossa Personalidade do Ano e é personalidade destacada da vida de todos os portugueses que prezam a liberdade e a democracia. Serviu o país como militar, participou no 25 de Abril e isso assegura-lhe um lugar na história, em conjunto com todos os seus camaradas que fizeram a revolução em 1974. Em 1969, foi gravemente ferido na Guiné-Bissau, onde fazia a sua primeira comissão de serviço. Após ter deixado o serviço militar, em 1996, integrou a mesa administrativa da Santa Casa da Misericórdia de Santarém e colaborou como voluntário na área das valências de apoio à criança e depois na área da cultura. É autor do livro “Santarém, uma cidade que faz História / 25 de Abril de 1974”. Franco, leal e sempre disponível para os outros. É um exemplo de humanismo!.


