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Redução de políticos não afectava a democracia e faria bem às finanças públicas

Edição de 26.01.2017 | O MIRANTE dos Leitores

O presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, Ceia da Silva, contou mais uma vez, na entrevista Duetos Improvisados de O MIRANTE, a sua má experiência como deputado e, embora caricaturando, referiu que ficou vacinado porque os grupos parlamentares de cada partido funcionam em bloco, levantando o braço na hora das votações conforme o partido determinou e não conforme a sua vontade. Sabendo nós que na escolha dos candidatos dentro de cada partido, mesmo tendo em conta que os partidos não são todos iguais, a maior parte das vezes quem ganha não são os mais competentes mas os que conseguem assegurar mais votos através de manobras internas, o que ele acaba por sugerir é que não são necessários tantos deputados uma vez que serem trinta, quarenta ou oitenta, a votação é sempre igual, o melhor é reduzir a Assembleia da República. E é isso mesmo que eu acho, alargando a ideia para as Assembleias Municipais e de Freguesia onde se passa o mesmo. Há aliás casos de deputados e elementos dos já citados órgãos que durante os anos de mandato não fazem uma única intervenção (entram mudos e saem calados). Sei que noutros países é igual ou parecido mas isso não me anima. A democracia podia ser algo melhor do que é.
Hélder Moreira Capitão

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