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Não percebo certas políticas de descontos 

Edição de 21.09.2017 | O MIRANTE dos Leitores

O Teatro Virgínia em Torres Novas, uma sala de 600 lugares, dá descontos de 25% nos bilhetes a menores de 18 anos e a maiores de 65 anos, a pessoas deficientes, a estudantes, a grupos de 10 ou mais pessoas, a pessoas portadoras de deficiência, seja qual for o seu rendimento, a famílias (pai e mãe com filhos menores), a desempregados e a funcionários municipais, independentemente da sua categoria profissional.
Percebo os descontos para desempregados. Aceito os descontos para menores de dezoito anos, para famílias e para grupos de mais de dez pessoas. Todos os restantes descontos não são justificáveis.
Pago os meus impostos e algum desse dinheiro que eu pago, quer nos impostos recebidos directamente pela câmara ou através do dinheiro recebido do Orçamento Geral do Estado, vai servir para dar desconto a funcionários municipais que ganham tanto ou mais que eu; a estudantes que têm dinheiro, alguns dos quais são maiores de 23 anos e trabalham; a maiores de 65 anos, muitos dos quais ainda trabalham ou recebem pensões maiores que o meu salário. Já nem falo dos descontos para pessoas portadoras de deficiência que, pelo facto de serem dados só por esse motivo me cheiram a bafio e lembram os antigos descontos para “aleijadinhos”. Esta é a minha opinião e como este é um espaço de opinião dos leitores, aqui fica ela.
Joaquim José Torres Mendes

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