Domingos Chambel vai organizar missas para ajudar empresários em dificuldades

Domingos Chambel vai organizar missas para ajudar empresários em dificuldades

Riquinho, vaidoso, arrogante, convencido, esperto, ceguinho, fanfarrão, é assim que Domingos Chambel é tratado pela grande maioria dos seus ex-colegas de direcção na Nersant.

Riquinho, vaidoso, arrogante, convencido, esperto, ceguinho, fanfarrão, é assim que Domingos Chambel é tratado pela grande maioria dos seus ex-colegas de direcção na Nersant, inclusive por alguns daqueles que foram convidados a ficar com ele na direcção. A forma desastrada, e à distância, como tem feito a gestão da associação, a falta de preparação para os assuntos diários que obrigam à intervenção de um líder empresarial, os prejuízos acumulados, as relações laborais dentro da associação, que agora sabe-se que são de cortar à faca, fazem temer o pior no futuro da Nersant.
Para já Domingos Chambel pode dizer que herdou um belo património deixado por Salomé Rafael e antes por José Eduardo Carvalho. Falta saber agora o que é que vai inventar para nas próximas assembleias-gerais não ter trabalho para apresentar depois de dois anos consecutivos com prejuízo. Este ano, já se sabe, as contas de 2022 deverão ser mesmo a cortar as unhas.
Quem acompanha a vida da Nersant sabe que Domingos Chambel convoca conferências de imprensa e depois só deixa entrar quem ele quer. Por isso organizou uma e nunca mais se meteu noutra. Dizem as más-línguas que Chambel vai começar a organizar missas para os empresários que costumam recorrer à associação, para lhes prestar ajuda, o que está a ser considerando uma verdadeira “mudança de paradigma” na gestão da associação, coisa que vem a anunciar desde que tomou posse. Falta saber a que padre e paróquia vai recorrer.

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