Zé Manuel Pratas: de língua filosoficamente afiada

Zé Manuel Pratas: de língua filosoficamente afiada

O ex-vereador eleito pelo PS na Câmara de Azambuja, José Manuel Pratas, foi à última reunião pública do executivo ler um texto de sua autoria, inspirado na política local.

O ex-vereador eleito pelo PS na Câmara de Azambuja, José Manuel Pratas, foi à última reunião pública do executivo ler um texto de sua autoria, inspirado na política local. A principal visada foi a vereadora do Chega e ex-socialista, Inês Louro, que saiu da sala assim que o interveniente abriu a boca porque, das duas uma: ou teve vontade repentina de ir à casa-de-banho ou sabia de antemão que daquela boca iam sair palavras amargas. E assim foi. Depois de uma introdução que até foi simpática, José Manuel Pratas acusou Inês Louro de nutrir “ódio” pela vereadora Ana Coelho (PS) e por outras mulheres que integraram os executivos PS e, a dada altura, disse imaginar a “balbúrdia” que vai no subconsciente de Inês Louro que “esteve décadas deitada na cama do PS com lençóis e uma almofada cor-de-rosa” e agora virou Chega. Ainda assim, disse, “mais vale uma Inês do que três Rui Corça” e outros tantos Jorge Lopes (ex-vereador do PSD). O Cavaleiro Andante fica, impacientemente, à espera dos próximos capítulos.

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