Tejo Ambiente foi um erro de casting

A empresa Tejo Ambiente está debaixo de fogo desde que começou a operar, em 2020, em seis municípios do Médio Tejo.
A empresa Tejo Ambiente está debaixo de fogo desde que começou a operar, em 2020, em seis municípios do Médio Tejo. Ao longo dos anos a empresa intermunicipal de águas, saneamento e resíduos, tem acumulado prejuízos de milhões e os autarcas dos concelhos de Tomar, Ourém, Ferreira do Zêzere, Mação, Sardoal e Vila Nova da Barquinha têm criticado o seu modelo de gestão e a fraca capacidade de comunicação de quem a gere. Depois do chumbo das tarifas para 2025, o director-geral da empresa, José Santos, foi responder a questões e justificar-se aos autarcas de Tomar e não se livrou de ouvir das boas. Desculpou-se, afirmando que a empresa começou assente em erros. Ficam as perguntas do Cavaleiro Andante: cinco anos não chegam para corrigir os erros? Ou será que o principal erro foi o casting feito para ver quem ficava a gerir a empresa?.