Invadida por uma chamada telefónica
Ana Sofia Pires, que tomou posse no executivo da Câmara de Azambuja depois de a candidata eleita pelo Chega Inês Louro ter renunciado.
Ana Sofia Pires, que tomou posse no executivo da Câmara de Azambuja depois de a candidata eleita pelo Chega Inês Louro ter renunciado, parece não ter ainda caído na realidade sobre o que é estar vereadora num município. Para chegar a esta conclusão basta ver a atitude com que, em reunião pública, se defendeu sobre o porquê de não ter respondido a uma jornalista de uma rádio local que lhe telefonou para o seu número de telefone a colocar questões sobre a possibilidade de reabertura do aterro de resíduos. Além de ter achado “deselegante” ter sido contactada “por essas vias” - talvez por carta ou telegrama fosse melhor -, disse que se sentiu invadida na sua privacidade. Oh senhora vereadora, se não estava para ser incomodada com assuntos que interessam aos munícipes do seu concelho, ou se para chegar a si é preciso um requerimento, o Cavaleiro Andante lamenta informar que provavelmente não está no lugar certo.


