Passadiços de Ortiga: o rio leva, a teimosia reconstrói

Passadiços de Ortiga: o rio leva, a teimosia reconstrói
- foto arquivo O MIRANTE

Há lugares onde a água não pede licença. Em Ortiga, à beira do rio, a memória das cheias é mais antiga do que qualquer projecto turístico.

Há lugares onde a água não pede licença. Em Ortiga, à beira do rio, a memória das cheias é mais antiga do que qualquer projecto turístico. Ainda assim, insiste-se. Reconstrói-se o que a corrente levou, endireitam-se tábuas, apertam-se parafusos, corta-se a fita. E depois… espera-se que a água venha outra vez. As cheias voltaram e os passadiços ribeirinhos foram, outra vez, engolidos. Não há ninguém que meta a mão na consciência e relocalize aqueles passadiços para não se estar a esbanjar dinheiro público?.

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