Renunciar virou hábito no Chega

Renunciar virou hábito no Chega
- foto DR

No Chega há uma tradição autárquica que se vai instalando: muitos dos candidatos eleitos chegam ao poder pela porta do voto e saem pela renúncia antes de o mandato acabar.

No Chega há uma tradição autárquica que se vai instalando: muitos dos candidatos eleitos chegam ao poder pela porta do voto e saem pela renúncia antes de o mandato acabar. Uns invocam razões pessoais, outros ficam-se pelas explicações vagas do costume, mas, em demasiados casos, sabemos que são guerrilhas internas e incompatibilidades súbitas. O caso de Ourém é só mais um capítulo dessa novela. Rita Sousa, vereadora eleita pelo Chega, renunciou ao mandato. A seguir, também a segunda da lista disse que não queria. Vai agora o terceiro nome, como se a escolha dos eleitores fosse uma espécie de rifa onde se vai tirando senhas até alguém aceitar sentar-se na cadeira.

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