Sinal dos tempos

Sinal dos tempos
- foto O MIRANTE

António José Matos e Silvino Lúcio, sentados lado a lado como manda a liturgia institucional, decidiram que a evocação da Revolução dos Cravos não era, afinal, motivo suficiente para largar o telemóvel.

António José Matos e Silvino Lúcio, sentados lado a lado como manda a liturgia institucional, decidiram que a evocação da Revolução dos Cravos não era, afinal, motivo suficiente para largar o telemóvel. Entre uma intervenção sobre a liberdade e outra sobre a memória colectiva, na sessão evocativa da Assembleia Municipal de Azambuja, lá iam deslizando os dedos. Desconhece-se se releriam discursos históricos, consultariam efemérides ou, quem sabe, verificariam o estado da nação nas redes sociais. Dir-se-á que os tempos mudaram e que a política também cabe hoje na palma da mão e não se compadece com cravos....

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