O terror do Chega em Santarém
Há um vídeo a circular na internet que conta a história da vida política de Manuela Estêvão, a dirigente do Chega que acabou de perder a sua última batalha política, não sem a impugnar como é hábito, uma vez que os militantes de Santarém são considerados os mais bandidos de todas as distritais, e só podem ter falseado o escrutínio.
Há um vídeo a circular na internet que conta a história da vida política de Manuela Estêvão, a dirigente do Chega que acabou de perder a sua última batalha política, não sem a impugnar como é hábito, uma vez que os militantes de Santarém são considerados os mais bandidos de todas as distritais, e só podem ter falseado o escrutínio. Manuela Estêvão está para a política como o Cavaleiro Andante está para as lutas contra moinhos de vento. Eles não existem, mas D. Quixote chegou a mandar vir lanças e espadas de um ferreiro de Lisboa, de tanto lutar e estragar ferro lutando contra os seus famosos inimigos. Manuela Estêvão é mais refinada na sua luta por um mundo melhor; para ela ser do PSD, da Aliança ou do Chega é a mesma coisa desde que possa ser ela a única a ter razão. Ela até pode parecer uma santa do alto dos seus quase 2 metros de altura, mas na hora de rezar é uma beata/devota política completamente imersa na sua crença.
Quarenta anos de militância no PSD deram asas para ser líder do Aliança e hoje a grande protagonista na luta pelo poder dentro do Chega. Como há poucas mulheres na política, e ainda por cima mulheres lutadoras, Manuela Estêvão ainda vai ter estátua em Santarém. Talvez quando André Ventura chegar a primeiro-ministro.


