O rei vai nu nas polícias e só Bruno Pereira é que grita “ó da guarda”

O rei vai nu nas polícias e só Bruno Pereira é que grita “ó da guarda”
- foto arquivo O MIRANTE

O MIRANTE tem como colunista habitual o subintendente da PSP Bruno Pereira, que comanda a Divisão Policial de Vila Franca de Xira da PSP e é também presidente do Sindicato Nacional de Oficiais de Polícia.

O MIRANTE tem como colunista habitual o subintendente da PSP Bruno Pereira, que comanda a Divisão Policial de Vila Franca de Xira da PSP e é também presidente do Sindicato Nacional de Oficiais de Polícia. É esta responsabilidade aliada ao seu espírito crítico, analítico e filosófico, que fazem dos seus artigos autênticas lanças atiradas ao coração do Governo, nomeadamente ao actual ministro da Administração Interna, que embora tenha nome passa tão despercebido na vida governativa do país como uma papoila numa seara de trigo.
Pedro Duarte, o presidente da Câmara do Porto, e agora Carlos Moedas, o xerife em Lisboa, falam do mesmo problema mas com razões diferentes. O problema é que onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão. É isso que Bruno Pereira escreve e mostra até à exaustão nos seus artigos, embora sem resultados. A PSP é uma polícia sem efectivos, os que vão entrando já sabem que têm trabalho no aeroporto de Lisboa, onde parece estar em causa a economia portuguesa devido à chusma de turistas; a PSP não tem meios suficientes para trabalhar, falta quase tudo menos esquadras onde sempre se podem refugiar e atender telefonemas quando o telefone funciona.
Num país evoluído, com um primeiro-ministro atento ao que Bruno Pereira escreve todas as semanas, às vezes em dose dupla, Bruno Pereira já estava a assessorar o ministro para acabar com a calamidade. Pelos vistos, o rei vai nu e ninguém dá por isso.

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